6 de março de 2011

REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 6 DE MARÇO - PARTE 2

 
Em cada esquina encontramos muitos mercadores da fé que prestam um serviço contrário ao Evangelho de Jesus porque em sua conduta de mercenários apenas tratam Jesus como se ele fosse um analgésico. Só se procura quando se precisa. Fazem de Jesus uma espécie de suporte para os nossos problemas, quando na verdade ser encontrado por Jesus é ter uma vida totalmente voltada para Deus em vista da transformação do mundo. Não adianta chamar Jesus de Senhor, é preciso vencer toda injustiça que está em nosso coração. Deus resiste ao coração do injusto, não há como unir a palavra de Deus com as ganâncias e idolatrias presentes neste mundo, e muitas são as idolatrias: a pretensão de ser superior aos outros por conta da religião que freqüenta, o egoísmo e a vontade de se dar bem em tudo, o pecado que nos impede de ver Deus como Pai e os outros como irmãos e irmãs. Tudo isto é injustiça e que nos afasta de Deus mesmo que professemos o nome de Jesus. Muitas pessoas até rezam, mas sua oração não serve porque é fruto dos interesses mesquinhos que não brotam do Evangelho! Estes estão construindo sua casa sobre a areia, na primeira grande dificuldade tudo desmorona. Muitas pessoas dizem ser católicas, mas são interesseiros que estão procurando apenas a satisfação de suas necessidades, na primeira grande batalha a ser enfrentada, irão embora e como sempre foram preguiçosos, medrosos e sem interesse, dirão onde estiverem que só agora conheceram Jesus. Na verdade, a Igreja não perde fiéis, vão embora os incoerentes, os fracos, os que não se converteram ainda e que por não serem convertidos, estão apenas querendo se aproveitar de Jesus. Então, indo embora, não abandonam a fé porque nunca a viveram, vão procurar uma religião que satisfaça suas fraquezas e egoísmos. Na verdade, embora falem de Jesus, são adoradores de si mesmos! Como quem age assim nunca conheceu Jesus, então, ele dirá que nunca os conheceu e os mandará embora! O nome de Jesus que professamos é o nome do Filho Eterno de Deus que com sua conduta mostrou ao mundo que Deus é Pai! E Pai nosso, rezar imaginando Deus como meu pai, esquecendo que o outro é meu irmão, não passa de idolatria! Mais areia que não sustenta nada! Todas as obras construídas longe da palavra de Deus estão fadadas a cair! A ruína deste mundo será grande porque há uma recusa de se viver a Palavra de Deus, tudo é construído sobre a vontade humana, e meramente humana. Somente a Palavra viva e libertadora de Deus permanece e pode garantir estabilidade para a vida neste mundo!

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE, PAPA BENTO XVI, PARA A QUARESMA DE 2011

«Sepultados com Ele no baptismo,
foi também com Ele que ressuscitastes» (cf. Cl 2, 12)



Amados irmãos e irmãs! 

A Quaresma, que nos conduz à celebração da Santa Páscoa, é para a Igreja um tempo litúrgico muito precioso e importante, em vista do qual me sinto feliz por dirigir uma palavra específica para que seja vivido com o devido empenho. Enquanto olha para o encontro definitivo com o seu Esposo na Páscoa eterna, a Comunidade eclesial, assídua na oração e na caridade laboriosa, intensifica o seu caminho de purificação no espírito, para haurir com mais abundância do Mistério da redenção a vida nova em Cristo Senhor (cf. Prefácio I de Quaresma).

1. Esta mesma vida já nos foi transmitida no dia do nosso Baptismo, quando, «tendo-nos tornado partícipes da morte e ressurreição de Cristo» iniciou para nós «a aventura jubilosa e exaltante do discípulo» (Homilia na Festa do Baptismo do Senhor, 10 de Janeiro de 2010). São Paulo, nas suas Cartas, insiste repetidas vezes sobre a singular comunhão com o Filho de Deus realizada neste lavacro. O facto que na maioria dos casos o Baptismo se recebe quando somos crianças põe em evidência que se trata de um dom de Deus: ninguém merece a vida eterna com as próprias forças. A misericórdia de Deus, que lava do pecado e permite viver na própria existência «os mesmos sentimentos de Jesus Cristo» (Fl 2, 5), é comunicada gratuitamente ao homem.

O Apóstolo dos gentios, na Carta aos Filipenses, expressa o sentido da transformação que se realiza com a participação na morte e ressurreição de Cristo, indicando a meta: que assim eu possa «conhecê-Lo, a Ele, à força da sua Ressurreição e à comunhão nos Seus sofrimentos, configurando-me à Sua morte, para ver se posso chegar à ressurreição dos mortos» (Fl 3, 1011). O Baptismo, portanto, não é um rito do passado, mas o encontro com Cristo que informa toda a existência do baptizado, doa-lhe a vida divina e chama-o a uma conversão sincera, iniciada e apoiada pela Graça, que o leve a alcançar a estatura adulta de Cristo.

Um vínculo particular liga o Baptismo com a Quaresma como momento favorável para experimentar a Graça que salva. Os Padres do Concílio Vaticano II convidaram todos os Pastores da Igreja a utilizar «mais abundantemente os elementos baptismais próprios da liturgia quaresmal» (Const. Sacrosanctum Concilium, 109). De facto, desde sempre a Igreja associa a Vigília Pascal à celebração do Baptismo: neste Sacramento realiza-se aquele grande mistério pelo qual o homem morre para o pecado, é tornado partícipe da vida nova em Cristo Ressuscitado e recebe o mesmo Espírito de Deus que ressuscitou Jesus dos mortos (cf. Rm 8, 11).

Este dom gratuito deve ser reavivado sempre em cada um de nós e a Quaresma oferece-nos um percurso análogo ao catecumenato, que para os cristãos da Igreja antiga, assim como também para os catecúmenos de hoje, é uma escola insubstituível de fé e de vida cristã: deveras eles vivem o Baptismo como um acto decisivo para toda a sua existência.

2. Para empreender seriamente o caminho rumo à Páscoa e nos prepararmos para celebrar a Ressurreição do Senhor – a festa mais jubilosa e solene de todo o Ano litúrgico – o que pode haver de mais adequado do que deixar-nos conduzir pela Palavra de Deus? Por isso a Igreja, nos textos evangélicos dos domingos de Quaresma, guia-nos para um encontro particularmente intenso com o Senhor, fazendo-nos repercorrer as etapas do caminho da iniciação cristã: para os catecúmenos, na perspectiva de receber o Sacramento do renascimento, para quem é baptizado, em vista de novos e decisivos passos no seguimento de Cristo e na doação total a Ele.

O primeiro domingo do itinerário quaresmal evidencia a nossa condição do homens nesta terra. O combate vitorioso contra as tentações, que dá início à missão de Jesus, é um convite a tomar consciência da própria fragilidade para acolher a Graça que liberta do pecado e infunde nova força em Cristo, caminho, verdade e vida (cf. Ordo Initiationis Christianae Adultorum, n. 25). É uma clara chamada a recordar como a fé cristã implica, a exemplo de Jesus e em união com Ele, uma luta «contra os dominadores deste mundo tenebroso» (Ef 6, 12), no qual o diabo é activo e não se cansa, nem sequer hoje, de tentar o homem que deseja aproximar-se do Senhor: Cristo disso sai vitorioso, para abrir também o nosso coração à esperança e guiar-nos na vitória às seduções do mal.

O Evangelho da Transfiguração do Senhor põe diante dos nossos olhos a glória de Cristo, que antecipa a ressurreição e que anuncia a divinização do homem. A comunidade cristã toma consciência de ser conduzida, como os apóstolos Pedro, Tiago e João, «em particular, a um alto monte» (Mt 17, 1), para acolher de novo em Cristo, como filhos no Filho, o dom da Graça deDeus: «Este é o Meu Filho muito amado: n’Ele pus todo o Meu enlevo. Escutai-O» (v. 5). É o convite a distanciar-se dos boatos da vida quotidiana para se imergir na presença de Deus: Ele quer transmitir-nos, todos os dias, uma Palavra que penetra nas profundezas do nosso espírito, onde discerne o bem e o mal (cf.Hb 4, 12) e reforça a vontade de seguir o Senhor.

O pedido de Jesus à Samaritana: «Dá-Me de beber» (Jo 4, 7), que é proposto na liturgia do terceiro domingo, exprime a paixão de Deus por todos os homens e quer suscitar no nosso coração o desejo do dom da «água a jorrar para a vida eterna» (v. 14): é o dom do espírito Santo, que faz dos cristãos «verdadeiros adoradores» capazes de rezar ao Pai «em espírito e verdade» (v. 23). Só esta água pode extinguir a nossa sede do bem, da verdade e da beleza! Só esta água, que nos foi doada pelo Filho, irriga os desertos da alma inquieta e insatisfeita, «enquanto não repousar em Deus», segundo as célebres palavras de Santo Agostinho.

O domingo do cego de nascença apresenta Cristo como luz do mundo. O Evangelho interpela cada um de nós: «Tu crês no Filho do Homem?». «Creio, Senhor» (Jo 9, 35.38), afirma com alegria o cego de nascença, fazendo-se voz de todos os crentes. O milagre da cura é o sinal que Cristo, juntamente com a vista, quer abrir o nosso olhar interior, para que a nossa fé se torne cada vez mais profunda e possamos reconhecer n’Ele o nosso único Salvador. Ele ilumina todas as obscuridades da vida e leva o homem a viver como «filho da luz».

Quando, no quinto domingo, nos é proclamada a ressurreição de Lázaro, somos postos diante do último mistério da nossa existência: «Eu sou a ressurreição e a vida... Crês tu isto?» (Jo 11, 25-26). Para a comunidade cristã é o momento de depor com sinceridade, juntamente com Marta, toda a esperança em Jesus de Nazaré: «Sim, Senhor, creio que Tu és o Cristo, o Filho de Deus, que havia de vir ao mundo» (v. 27). A comunhão com Cristo nesta vida prepara-nos para superar o limite da morte, para viver sem fim n’Ele. A fé na ressurreição dos mortos e a esperança da vida eterna abrem o nosso olhar para o sentido derradeiro da nossa existência: Deus criou o homem para a ressurreição e para a vida, e esta verdade doa a dimensão autêntica e definitiva à história dos homens, à sua existência pessoal e ao seu viver social, à cultura, à política, à economia. Privado da luz da fé todo o universo acaba por se fechar num sepulcro sem futuro, sem esperança.

O percurso quaresmal encontra o seu cumprimento no Tríduo Pascal, particularmente na Grande Vigília na Noite Santa: renovando as promessas baptismais, reafirmamos que Cristo é o Senhor da nossa vida, daquela vida que Deus nos comunicou quando renascemos «da água e do Espírito Santo», e reconfirmamos o nosso firme compromisso em corresponder à acção da Graça para sermos seus discípulos.

3. O nosso imergir-nos na morte e ressurreição de Cristo através do Sacramento do Baptismo, estimula-nos todos os dias a libertar o nosso coração das coisas materiais, de um vínculo egoísta com a «terra», que nos empobrece e nos impede de estar disponíveis e abertos a Deus e ao próximo. Em Cristo, Deus revelou-se como Amor (cf 1 Jo 4, 7-10). A Cruz de Cristo, a «palavra da Cruz» manifesta o poder salvífico de Deus (cf. 1 Cor 1, 18), que se doa para elevar o homem e dar-lhe a salvação: amor na sua forma mais radical (cf. Enc. Deus caritas est, 12). Através das práticas tradicionais do jejum, da esmola e da oração, expressões do empenho de conversão, a Quaresma educa para viver de modo cada vez mais radical o amor de Cristo.

O Jejum, que pode ter diversas motivações, adquire para o cristão um significado profundamente religioso: tornando mais pobre a nossa mesa aprendemos a superar o egoísmo para viver na lógica da doação e do amor; suportando as privações de algumas coisas – e não só do supérfluo – aprendemos a desviar o olhar do nosso «eu», para descobrir Alguém ao nosso lado e reconhecer Deus nos rostos de tantos irmãos nossos. Para o cristão o jejum nada tem de intimista, mas abre em maior medida para Deus e para as necessidades dos homens, e faz com que o amor a Deus seja também amor ao próximo (cf. Mc 12, 31).

No nosso caminho encontramo-nos perante a tentação do ter, da avidez do dinheiro, que insidia a primazia de Deus na nossa vida. A cupidez da posse provoca violência, prevaricação e morte: por isso a Igreja, especialmente no tempo quaresmal, convida à prática da esmola, ou seja, à capacidade de partilha. A idolatria dos bens, ao contrário, não só afasta do outro, mas despoja o homem, torna-o infeliz, engana-o, ilude-o sem realizar aquilo que promete, porque coloca as coisas materiais no lugar de Deus, única fonte da vida. Como compreender a bondade paterna de Deus se o coração está cheio de si e dos próprios projectos, com os quais nos iludimos de poder garantir o futuro? A tentação é a de pensar, como o rico da parábola: «Alma, tens muitos bens em depósito para muitos anos...». «Insensato! Nesta mesma noite, pedir-te-ão a tua alma...» (Lc 12, 19-20). A prática da esmola é uma chamada à primazia de Deus e à atenção para com o próximo, para redescobrir o nosso Pai bom e receber a sua misericórdia.

Em todo o período quaresmal, a Igreja oferece-nos com particular abundância a Palavra de Deus. Meditando-a e interiorizando-a para a viver quotidianamente, aprendemos uma forma preciosa e insubstituível de oração, porque a escuta atenta de Deus, que continua a falar ao nosso coração, alimenta o caminho de fé que iniciámos no dia do Baptismo. A oração permitenos também adquirir uma nova concepção do tempo: de facto, sem a perspectiva da eternidade e da transcendência ele cadencia simplesmente os nossos passos rumo a um horizonte que não tem futuro. Ao contrário, na oração encontramos tempo para Deus, para conhecer que «as suas palavras não passarão» (cf. Mc 13, 31), para entrar naquela comunhão íntima com Ele «que ninguém nos poderá tirar» (cf. Jo 16, 22) e que nos abre à esperança que não desilude, à vida eterna.

Em síntese, o itinerário quaresmal, no qual somos convidados a contemplar o Mistério da Cruz, é «fazer-se conformes com a morte de Cristo» (Fl 3, 10), para realizar uma conversão profunda da nossa vida: deixar-se transformar pela acção do Espírito Santo, como São Paulo no caminho de Damasco; orientar com decisão a nossa existência segundo a vontade de Deus; libertar-nos do nosso egoísmo, superando o instinto de domínio sobre os outros e abrindo-nos à caridade de Cristo. O período quaresmal é momento favorável para reconhecer a nossa debilidade, acolher, com uma sincera revisão de vida, a Graça renovadora do Sacramento da Penitência e caminhar com decisão para Cristo.

Queridos irmãos e irmãs, mediante o encontro pessoal com o nosso Redentor e através do jejum, da esmola e da oração, o caminho de conversão rumo à Páscoa leva-nos a redescobrir o nosso Baptismo. Renovemos nesta Quaresma o acolhimento da Graça que Deus nos concedeu naquele momento, para que ilumine e guie todas as nossas acções. Tudo o que o Sacramento significa e realiza, somos chamados a vivê-lo todos os dias num seguimento de Cristo cada vez mais generoso e autêntico. Neste nosso itinerário, confiemo-nos à Virgem Maria, que gerou o Verbo de Deus na fé e na carne, para nos imergir como ela na morte e ressurreição do seu Filho Jesus e ter a vida eterna.

Vaticano, 4 de Novembro de 2010 

4 de março de 2011

RETIRO DE CARNAVAL DA PARÓQUIA SÃO PEDRO E SÃO PAULO


VENHA VIVER ESSE MOMENTO DE PURA ALEGRIA EM CRISTO!!!

Animado pelas Irmãs da Consolação, Renovação Carismática e Discípulos Amados, o Retiro de Carnaval de nossa Paróquia convida a todos a participar desse momento de bençãos e consolação.
O Retiro aberto custa apenas R$3,00, já o Retiro fechado, com direito à alimentação, está no valor de R$15,00. As inscrições são feitas na Casa das Irmãs da Consolação e na Secretaria Paroquial.

TEMA: " Vinde a Mim, e Eu te livrarei do laço do caçador. "
DIAS: 6, 7 e 8 de março.

2 de março de 2011

ESCALA DE MARÇO 2011 - REEDITADA

PARÓQUIA SÃO PEDRO E SÃO PAULO
GCSA - ESCALA REFEITA DE MARÇO 2011

10/3 – Quinta – 19:30
THAÍS, DANIELY, EVERTON, JULIANA, LUCAS, RAYARA
S. ISABELLE

13/3 – Domingo – 19:00
EVERTON, ISABELLE, J. VICTOR, JOEVA, LARISSA, MARISTELIA
C. LUCAS    S. GABRIELE

17/3 – Quinta – 19:30
JULIANA, LARISSA, SANDERLEY, THAÍS, J. VICTOR, THAÍS NUNES
S. GEORGE

20/3 – Domingo – 19:00
DANIELLE, DANIELY, GABRIELE, GEORGE, RAYARA, SANDERLEY
C. JOEVA    S. JULIANA

24/3 – Quinta – 19:30
MARISTELIA, EVERTON, J. VICTOR, SANDERLEY, THAÍS, THAÍS NUNES
S. LARISSA

27/3 – Domingo – 19:00
DANIELY, GEORGE, ISABELLE, LUCAS, MARISTELIA, RAYARA
C. GABRIELE       S. JOEVA

30/3 – Quarta – 19:30
EVERTON, GEORGE, LUCAS, SANDERLEY, J. VICTOR
S. THAÍS NUNES

31/3 – Quinta – 19:30
DANIELY, ISABELLE, JULIANA, LARISSA, RAYARA, THAÍS
S. MARISTELIA

ACESSE: www.oscoroinhas.blogspot.com

AVISO: REUNIÕES 15/3 -18/3 – 29/3 às 19:00
                      (Levar a Bíblia)
EM CASO DE TROCAS, FALAR COM JOEVA.

OBS: SE ALGUÉM SABE DE ALGO QUE ENVOLVA OS COROINHAS
DEVE SE DIRIGIR AO COORDENADOR, PRIMEIRAMENTE, E MOSTRAR
AS PROVAS DE TAL FATO. PREFERENCIALMENTE NAS REUNIÕES,
PARA QUE SEJA TOMADA A DEVIDA PROVIDÊNCIA. (Lucas Isídio)

ARSENAL DE INFANTILIDADE IV

27 de fevereiro de 2011

EVANGELHO DO DIA 27 DE FEVEREIRO




Ninguém pode servir a dois senhores: ou não gostará de um deles e estimará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro. 
Por isso vos digo: Não vos inquieteis quanto à vossa vida, com o que haveis de comer ou beber, nem quanto ao vosso corpo, com o que haveis de vestir. Porventura não é a vida mais do que o alimento, e o corpo mais do que o vestido? 

Olhai as aves do céu: não semeiam nem ceifam nem recolhem em celeiros; e o vosso Pai celeste alimenta-as. Não valeis vós mais do que elas? 
Qual de vós, por mais que se preocupe, pode acrescentar um só côvado à duração de sua vida? Porque vos preocupais com o vestuário? Olhai como crescem os lírios do campo: não trabalham nem fiam! Pois Eu vos digo: Nem Salomão, em toda a sua magnificência, se vestiu como qualquer deles. Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã será lançada ao fogo, como não fará muito mais por vós, homens de pouca fé? Não vos preocupeis, dizendo: 'Que comeremos, que beberemos, ou que vestiremos?’ Os pagãos, esses sim, afadigam-se com tais coisas; porém, o vosso Pai celeste bem sabe que tendes necessidade de tudo isso. Procurai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça, e tudo o mais se vos dará por acréscimo. Não vos preocupeis, portanto, com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã já terá as suas preocupações. Basta a cada dia o seu problema.
 

22 de fevereiro de 2011

O VASO E O OLEIRO


"Eu quero ser, Senhor amado
Como um vaso nas mãos do oleiro
Quebra minha vida e faze-a de novo
Eu quero ser, eu quero ser, um vaso novo[...]" (música)

Chega um tempo em que as mudanças precisam acontecer. As dificuldades vêm e nos mostram que não dá mais para continuar do mesmo jeito. Nos mostram que devemos renunciar a tudo que nos atrapalha e que nos prende à mesmice.
Em nossas atividades pastorais não é diferente: precisamos nos renovar, colocar o joelho no chão e orar. E pedir à Deus que Ele venha nos desfazer e refazer. Como um vaso nas mãos do oleiro.
Pois então Te peço, Senhor: quebra tudo e faz de novo, e de novo Teu amor me refaz.

10 de fevereiro de 2011

CINCO PERGUNTAS QUE OS PROTESTANTES NÃO CONSEGUEM RESPONDER

Confiram um pequeno e edificante texto apologético do Prof. Carlos Ramalhete.

1 - Por favor, diga-me uma razão para aceitar a Bíblia que um muçulmano não poderia usar para considerar o Corão inspirado por Deus.

R - Os católicos aceitamos a Bíblia como Palavra de Deus porque a Igreja que Cristo fundou e confiou a São Pedro (Mt 16,18), e que é a Coluna e Firmamento da Verdade (1Tim 3,15), diz que a Bíblia é Palavra de Deus. Como dizia Santo Agostinho, "creio nos Evangelhos porque a Santa Madre Igreja me diz para crer neles".

2 - Por favor, diga-me porquê você aceita apenas uma parte da Bíblia (afinal, a lista de livros que compõem o Novo e o Antigo Testamento foi determinada ao mesmo tempo - aliás, junto com o título de Mãe de Deus para Nossa Senhora - e você aceita apenas parte do Antigo Testamento), e com que autoridade você o faz.

R - Os católicos aceitamos a Bíblia em sua íntegra porque a lista de livros que a compõem foi definida pela Igreja em 397 d.C., sob a autoridade do Sucessor de Pedro Papa São Dâmaso I.
3 - Por favor, diga-me porque a Bíblia teria precisado de quase 1600 anos para ser entendida corretamente, se ela é teoricamente algo que qualquer um pode ler e entender.

R - Os católicos sabemos que a Bíblia não é algo que qualquer um pode ler e entender sem ajuda (2Pd 3,16, At 8,31), e sabemos que Cristo confiou a São Pedro, o primeiro Papa, a tarefa de tomar conta de Seu rebanho, a Igreja (Jo 21,15-17). Nós seguimos o que os Sucessores de Pedro nos transmitem.

4 - Por favor, explique como alguém pode saber se entendeu a Bíblia corretamente, se ele só pode confiar na Bíblia, e em mais nada; afinal existem cerca de 30.000 seitas protestantes no mundo, cada uma entendendo a Bíblia de maneira diferente e todas achando que estão certas.

R - Os católicos sabemos que é a Igreja que Cristo fundou e confiou a São Pedro (Mt 16,18), e que é a Coluna e Firmamento da Verdade (1Tim 3,15), quem tem a missão de ensinar (Mt 28,19), e que as Escrituras não devem sofrer interpretação particular (2Pd 2,20), pois quem o faz comete erros que o conduzem à perdição (2 Pd 3,16). Assim, sabemos que a explicação feita pela Igreja está certa, e está errada qualquer interpretação diferente desta.

5 - Por favor, prove usando apenas a Bíblia que ela é o que você considera que ela seja (ou seja, a única fonte de Verdade Revelada, composta pelos livros que você aceita, todos eles e só eles). Claro que todo mundo sabe que a Bíblia é Palavra de Deus, boa para o ensino, etc. e tal, mas por favor, tente provar que ela é a única fonte de Palavra de Deus, composta pelos livros que você aceita, todos eles e só eles.

R - Ao contrário dos protestantes, que acreditam na heresia chamada "Sola Scriptura", segundo a qual apenas a Bíblia é Palavra de Deus, os católicos sabemos que além da Bíblia, que não tem toda a Palavra de Deus e não está completa, (Jo 20,30-31; Jo 21,25; 2Ts 2,14), há ainda a Tradição Oral, também revelada por Deus, que deve ser seguida (2 Ts 2,15; 2Ts 3,6; 2Tm 1,13; 1 Cor 11,2; Gl 1,14, 1Tm 6,20; 2Tm 1,14; 2Tm 2,2, etc.). O próprio São Paulo, em At 20,35, cita palavras de Cristo que não estão em nenhum dos Evangelhos , dizendo aos bispos de Éfeso que eles devem lembrar-se delas. Sabemos ainda que os livros que compõem a Sagrada Escritura são os que a Igreja determinou em 397 d.C., mais de mil anos antes dos primeiros protestantes arrancarem sete livros de suas bíblias em 1517 d.C.

Fonte:

RAMALHETE, Carlos. Cinco perguntas que os protestantes não conseguem responder. Site da Associação A Hora de São Jerônimo. Disponível em: http://hsj-online.blogspot.com/ Acesso em: 8 Janeiro 2011.

9 de fevereiro de 2011

A INFLUÊNCIA QUE A MÍDIA FAZ EM CIMA DOS ADOLESCENTES


Deixem suas opiniões...

Este artigo destina-se a alertar o povo de Deus. No qual muitas vezes está cego, e aceita o que a sociedade impõe!

Você já parou para pensar que de época em época aparece uma nova modinha adolescente? Uma nova banda, um novo ícone ou até mesmo gírias que ninguém entende? Esse é o caso da banda Restart, do cantor Fiuk e dos Colírios da Capricho.

Talvez você não conheça nenhum dos nomes citados acima. Mas se você tem filho(a), irmão(ã), conhece algum adolescente ou é adolescente, é muito importante você ler este artigo até o final.

A banda Restart é uma banda que faz um som pop rock emo e usa roupas bem coloridas! Cabelo estilo lambido na testa e repicado. Além das músicas, estão influenciando os adolescentes também com seu estilo e ideias. Pra se ter uma noção, o sucesso começa com os pré-adolescentes que são apaixonados por eles. E isto não só fora da comunidade, mas dentro também. Basta observar como alguns adolescentes se vestem para vir as missas e reuniões de alguns grupos em nossa Igreja.

Fiuk é um cantor, vocalista da banda Hori e ex-ator da Malhação. Também faz sucesso entre as meninas, que olham para ele como um exemplo de homem para casar.

Capricho é uma revista para meninas, e "Colírio da Capricho" é o nome que eles deram para um garoto considerado “lindo”, ele sai no site da capricho com fotos, dados pessoais e um pouco sobre o que ele faz, para as meninas ficarem olhando e conhecendo um pouco sobre ele.
O que mais chama a atenção? Fazem vários perfis no orkut, ele fica famoso em pouco tempo, ficam twittando o dia inteiro, ao ponto de não se preocupar com os estudos, pois já se acham “pop” e isso é o que importa. Uma futilidade tremenda.



O que nós temos a ver com isso?
Como igreja e família precisamos conhecer o que os nossos adolescentes estão buscando como influência. E com certeza as influências citadas acima não são as melhores. Ideologias em letras de músicas que forçam o avanço de adolescentes na vida sexual, uma revista que o "legal" é ficar, ser famoso, a beleza é ditada, e quem não está dentro desta regra está fora da "galera".

E podemos encontrar na Bíblia porções do que Ele pensa sobre algumas modinhas que aparecem por ai. Por exemplo, em Romanos 12:2 diz: "Não se amoldem às estruturas deste mundo, mas transformem-se pela renovação da mente, a fim de distinguir qual é a vontade de Deus: o que é bom, o que é agradavel a ele, o que é perfeito."

Este versículo deveria fazer mais parte de nossa vida. As vezes estamos conformados com algumas situações e achamos que o que vemos é normal. Devemos prestar mais atenção em algumas questões pois pode ser duro o resultado que as más influências farão com o adolescente no futuro.

Pais, peço-lhes que conheçam de perto o que seu filho está fazendo, quem são seus amigos e acima de tudo, seja presente em sua vida! Não deixe seu filho muito tempo na internet sozinho, procure conhecer os sites de relacionamentos no qual ele está participando, as músicas que está ouvindo, quem o rodeia.

Igreja de Cristo, ore pelos adolescentes, continuem valorizando o ministério que temos, ame-os e que a maior influência em suas vidas possa ser Jesus Cristo.

Adolescentes, sejam diferentes, sejam autênticos, e saibam que quem nunca saiu de moda foi Jesus Cristo! O único que é falado, estudado, pesquisado a mais de 2000 mil anos em todo o mundo.


(*) Extraído de um site que fornece formações a jovens cristãos.

Contribuição,
Diórgenes José

7 de fevereiro de 2011

2 de fevereiro de 2011

ESCALA DE FEVEREIRO 2011

PARÓQUIA SÃO PEDRO E SÃO PAULO
GCSA – ESCALA DE FEVEREIRO 2011

REUNIÕES: 05/2 – 12/2 às 14:00 e 25/2 às 19:00
ANIVERSÁRIOS: Gabrielle 23/2, J. Lucas 05/2

01/2 – Terça – 15:00 - PASTORAL DOS IDOSOS
GEORGE, JEOÁS, LARISSA

03/2 – Quinta – 19:30
THAÍS, EVERTON, JEOÁS, MARISTELIA, J. VICTOR, J. JÚNIOR
S. RAYARA

06/2 – Domingo
8:00 – J. VICTOR, MARISTELIA, NETO, JONNATHA
19:00 – DARA, JOEVA, J. LUCAS, LARISSA, ISABELLE, GIOVANA
C. GABRIELE       S. SANDERLEY

10/2 – Quinta – 19:30
EURIKLÉCIA, GEORGE, JONNATHA, JULIANA, ISABELLE, NETO
S. THAÍS

13/2 – Domingo – 19:00
RAYARA, DANIELLE, GIOVANA, JACYELLE, J .JÚNIOR, MARISTELIA
C. AMANDA         S. THAMIRYS

17/2 – Quinta – 19:30
SANDERLEY, DANIELY, GABRIELE, J. LUCAS, JULIANA, LARISSA
S. THAÍS NUNES

20/2 – Domingo – 19:00
THAÍS, EVERTON, ISABELLE, DARA, THAÍS NUNES, JACYELLE, AMANDA
C. JOEVA             S. DANIELY

23/2 – Quarta – MISSA DO TERÇO DOS HOMENS – 19:30
J. VICTOR, J. LUCAS, LUCAS, SANDERLEY, JONNATHA, GEORGE
S. EVERTON

24/2 – Quinta – 19:30
THAÍS NUNES, EURIKLÉCIA, JEOÁS, NETO, GABRIELE, JULIANA
S. DARA

27/2 – Domingo - 19:00
JOEVA, DANIELY, JACYELLE, J. JÚNIOR, RAYARA, THAMIRYS
C. LUCAS             S. DANIELLE

ATENÇÃO: É IMPORTANTE A PARTICIPAÇÃO NAS REUNIÕES.
VAMOS TRABALHAR A NOSSA APOSTILA!

EVANGELHO DO DIA 30 DE JANEIRO - 2011




Quando Jesus viu aquelas multidões, subiu um monte e sentou-se. Os seus discípulos chegaram perto dele, e ele começou a ensiná-los. Jesus disse: - Felizes as pessoas que sabem que são espiritualmente pobres, pois o Reino do Céu é delas.
- Felizes as pessoas que choram, pois Deus as consolará.
- Felizes as pessoas humildes, pois receberão o que Deus tem prometido.
- Felizes as pessoas que têm fome e sede de fazer a vontade de Deus, pois ele as deixará completamente satisfeitas.
- Felizes as pessoas que têm misericórdia dos outros, pois Deus terá misericórdia delas.
- Felizes as pessoas que têm o coração puro, pois elas verão a Deus. - Felizes as pessoas que trabalham pela paz, pois Deus as tratará como seus filhos.
- Felizes as pessoas que sofrem perseguições por fazerem a vontade de Deus, pois o Reino do Céu é delas. - Felizes são vocês quando os insultam, perseguem e dizem todo tipo de calúnia contra vocês por serem meus seguidores. Fiquem alegres e felizes, pois uma grande recompensa está guardada no céu para vocês.

AS BEM-AVENTURANÇAS - PARTE I


O Antigo Testamento diz que na montanha sagrada, Deus entregou as tábuas da Lei a Moisés, esta era o meio para que o povo pudesse alcançar a plena harmonia com Deus. Todavia, esta Lei que deveria ser instrumento de libertação terminou sendo usada de maneira errada criando e fortalecendo uma elite religiosa, uma casta de eleitos, além de uma terrível estrutura econômica em torno do Templo. Esta deturpação da Lei se tornou extremamente opressora e excludente para o povo. Os trabalhadores empobrecidos, em condições precárias de vida, não tinham condições de observar os inúmeros preceitos da Lei, sendo considerados "pecadores", e ficavam em débito com os códigos de purificação a serem cumpridos no Templo de Jerusalém, mediantes ofertas e sacrifícios. Por outro lado, as elites religiosas e econômicas vinculadas ao Templo e às sinagogas, cumprindo estes códigos, se consideravam "puras", "justas", e "santas". 
Agora, Jesus, na montanha proclama as bem-aventuranças como o caminho da libertação e do amor para ser o fermento da transformação do mundo. As bem-aventuranças não têm o mesmo caráter que os mandamentos. Elas são um convite e uma proposta de vida nova, na prática da justiça que conduz à paz (cf. primeira leitura). Priorizando o direito à vida plena, conforme a vontade do Pai, Jesus empenha-se em remover as cadeias da lei injusta e opressora. Realiza-se o anúncio de Maria em seu cântico por ocasião de sua prima Isabel, ambas grávidas de seus filhos: "Deus agiu com a força de seu braço, dispersou os homens de coração orgulhoso. Depôs os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes. Cumulou de bens os famintos e despediu os ricos de mãos vazias" (Lc 1,51-53).

AS BEM-AVENTURANÇAS - PARTE II



Lucas, no seu evangelho, apresenta quatro bem-aventuranças para os pobres contrastando com quatro lamentações sobre os ricos (Lc 6,20-26). A esperteza, a ambição da riqueza, a sede de poder na acumulação de bens, que são a "sabedoria" deste mundo, são na realidade loucura e perdição diante de Deus; por sua vez, os pobres que se reúnem fraternalmente nas comunidades dos discípulos de Jesus encontram a vida em abundância, em comunhão com Deus (segunda leitura). Os pobres encontram seu espaço nas novas comunidades onde se vive a partilha. Os que choram passam a sorrir no novo convívio fraterno. Os mansos cativam os corações aproximando-os entre si. Os que têm fome e sede de justiça clamam e questionam a sociedade opressora, exploradora e excludente, empenhando-se na construção de uma nova sociedade, justa e fraterna. Os misericordiosos, cheios de compaixão, libertam aqueles que têm uma consciência carregada de culpabilidade, moldada sob a ideologia do sistema opressor. Os de coração puro são sensíveis a tudo o que há de bom e digno nos irmãos, valorizando a cada um, sem nenhuma discriminação. Os pacíficos se empenham na construção de um mundo livre da ambição e da violência daqueles que, seduzidos pela acumulação de riquezas, fazem a guerra e tiram o alimento dos pobres para transformá-lo em armas de destruição maciça. A prática libertadora do amor subverte a ordem dos ricos poderosos e violentos. Quem assume esta prática fica sob a ameaça da perseguição e da difamação. E muitos foram os que tiveram suas vidas imoladas por sua solidariedade com os empobrecidos, humilhados e explorados. Porém a alegria de unir sua vida com a vida de todos, em comunhão de vida com o Pai, é eterna.